====== Artigo de Qualificação ====== * [[http://www.scielo.br/revistas/rbb/iinstruc.htm|Revista Brasileira de Botânica]] * [[..marcel:artigo_de_quali:analises|ANÁLISES]] ===== Tarefas ===== * filogenias dos gêneros (só para famílias com mais de dois gêneros como Leg, Sapo e Lecy) * dados de solo PDBFF e PPkm37 * organizar planilhas do km41 * protocolo de solos * {{:projetos:divfuncional:restrito:marcel:g3d.jpeg?400|}} ===== Esquema ===== Filtragem ambiental é tida como a principal causa, senão a única, da convergência de atributos funcionais. Ao mesmo tempo, credita-se a divergência funcional à competição. Novos pontos de vista, no entanto, questionam esse estado de coisas e argumentam que tanto filtragem ambiental pode levar à divergência como competição pode levar à convergência de atributos funcionais. O objetivo deste trabalho é lançar luz sobre esse debate através da análise de uma comunidade arbórea de terra firme, onde assume-se que a competição entre os indivíduos seja muito grande e o ambiente seja relativamente homogêneo. Esse é um local ideal para se testar hipóteses relacionadas com competição, já que é pouco provável que haja um gradiente ambiental causando convergência/divergência de atributos funcionais. A questão principal é controlar ora a competição, ora o filtro ambiental. Podemos controlar o filtro trabalhando em uma escala menor, em locais homogêneos como o Cabo Frio e o Km37. Para controlar a competição, teríamos que selecionar parcelas mais ou menos densas, assumindo que quanto maior a densidade de indivíduos, maior a competição. Mas há ainda uma terceira fonte de convergência/divergência: a filogenia. Para testar sua influência vamos inseri-la e removê-la de ambas as análises. ==== Estratégia ==== * Testar a competição Rodar a análise para os hectares separadamente (ambiente físico homogêneo), usando a densidade de árvores (área basal) como variável ambiental (gradiente de competição). * Testar o filtro ambiental Rodar a análise com todos os hectares, usando solo como variável ambiental (gradiente ambiental), mas controlando a densidade (competição constante). ==== Filogenia, competição ou filtros ambientais: qual o responsável pela convergência funcional em comunidades arbóreas? ==== === Resumo === === Introdução === - Caracteres funcionais (definir como Violle: caracteres que afetam o desempenho dos indivíduos) - Convergência X divergência - Filtros e competição - Sinal filogenético - Florestas tropicais (por que esse é um bom modelo?) == Objetivos == - Testar a funcionalidade de caracteres vegetativos através da observação de padrões de divergência e deslocamento de caracteres ao longo de gradientes ambientais. - Testar o sinal filogenético nesses caracteres funcionais (estrutura filogenética da comunidade). - Testar se a divergência ocorre somente em um gradiente de competição e se deslocamento ocorre somente em um gradiente abiótico (edáfico). - Testar se existe um ótimo e como ele varia ao longo dos gradientes. ---- === Materiais e métodos === == Local == - Clima, solo, relevo e contexto (história de uso, PDBFF) - Características da vegetação: altura do dossel, densidade, riqueza, diversidade - Parcelas == Espécies == - Lista (espécies, famílias) == Variáveis ambientais == * Solo/topografia * Densidade == Atributos funcionais == * SLA * LA * LDMC * LTS * LT * LN/LP (?) * MH * WD * dispersal mode == Filogenia == == Análises == * Ordenação das parcelas * Escalas: local e regional * Dados de entrada: * E - solo/topo + área basal * Sp - filogenia dos gêneros (pelo menos) * B - atributos vegetativos(foliares, densidade da madeira, altura máxima) * W - índice de área de cobertura / valor de importância (abund. rel + domin. rel. + freq. rel.) * Output: * TCAP * TDAP * TCAP/TDAP * PSS * SYNCSA/MULTIV * Pool de espécies Para se detectar o sinal filogenético foi calculada, através do Syncsa, a correlação entre as matrizes de similaridade Sf e Sb. Foram usadas as espécies da lista feita com base no Cabo Frio, das quais apenas as que tinham pelo menos 4 dos 7 atributos vegetativos analisados (sla, ls, ldmc, lts, lt, wd e mh) calculados com base em pelo menos 3 réplicas. Foram feitas 10000 aleatorizações, com alfa crítico de 0,05. ---- === Resultados === ==Ordenações== {{pcoa_text.solo_47com_4var.jpeg?600|}} {{ord.sppatr.jpeg?300|}} {{ord.sppatr.e13.jpeg?300|}} ---- ==Relação densidade ~ textura do solo== {{denxpcs.jpeg?600|}} {{denxargxsil.jpeg?600|}} ---- == Relações entre os atributos == {{atrxatr.jpeg?800|}} ---- == Análise exploratória == Há convergência no gradiente de competição, mas ela é explicada pela filogenia. Há convergência e divergência no gradiente edáfico e ela não é só explicada pela filogenia. {{tab.jpg|}} ---- == Casos == {{cwmxcwm.jpeg?600|}} {{cwmxgrad.jpeg?600|}} {{raoxgrad.jpeg?600|}} ---- === Discussão === O sinal filogenético pode significar duas coisas: ou que o grupo evoluiu para ocupar aquele nicho há muito tempo atrás ou que o sucesso daquelas espécies naquele ponto do gradiente se deve a outros caracteres que não os contemplados. ---- === Agradecimentos === ---- === Referências === ---- === Apêndice === * Lista de espécies (abundâncias, áreas basais, atributos) * Dados das parcelas ---- === Arquivos === {{quali_artigo.doc|tabelas}} {{quali_artigo2.doc|artigo - 30.9}} {{quali_artigo_6.10.doc|6.10}} {{quali_artigo_07.10.doc|7.10}} {{quali_artigo.13.10.doc|13.10}} {{quali_artigo.16.10.doc|15.10}} {{quali_artigo.16.10.ii.doc|16.10}} {{quali_artigo.17.10.doc|17.10}} {{quali_artigo.17.10b.doc|17.10B}} {{quali_artigo.18.10.doc|18.10}} {{quali_artigo.19.10.doc|19.10}} {{quali_artigo.19.10b.doc|19.10B}} {{quali_artigo.20.10.doc|20.10}}