Scripts:
Figure 1. SOC as function of forest type.
Figure 2. C:N relationship as function of forest type.
Forest floor is affected by forest use (layers morphology and litter quality losses):
De que modo as mudanças no uso da terra alteram a diversidade funcional?
As mudanças no uso da terra alteram a composição e estrutura das comunidades vegetais e por tanto, os atributos funcionais nela presentes. Sabemos que as perdas de biodiversidade implicam em perdas de diversidade funcional, mas como são essas perdas?
⇒ Algumas perguntas: → Quais os atributos mais afetados? → Quais os graus de alteração? → Há alterações na convergencia/divergencia? → Quais índices de DF refletem melhor as mudanças ocorridas? → Há diminuição da resiliência? Testar avaliando agrupamentos e descontinuidades em carateres funcionais (conteúdo N) presentes. → Como tudo isso varia com a latitude?
Comparamos 3 situações de uso da terra contrastantes, constituindo um gradiente de diversidade que reflete o histórico de uso da terra comum na região:
Atributos funcionais:
⇒ Protocolos de coleta: Australian Journal of Botany (2003)51:335-380 cornelissen_etal_2003.pdf
⇒ Coletas de ramos das espécies que compreendem 70% da biomassa
- Na pastagem: coletar tudo em 15 quadrantes (3 réplicas X 5 subréplicas) de 1x1m
- Nas capoerias: coletar sps de interesse no entorno das áreas do Projeto Pioneiras (transectos 5 e 6)
⇒ Atributos funcionais coletados:
- Mata secundária: Capoeira de Vismia (pastagem abandonada): Dados de fito do Projeto Pioneiras e histórico de uso (dissertação do Pinguel) - OK. Procurar tese da aluna do Luizão sobre ciclagem d nutrientes em cronosequencia de capoeira
- Pastagem: Amostragem de vegetação em 15 quadrantes (3 réplicas X 5 subréplicas) de 1mX1m - OK.
- Mata primária: Coletas fechadas para as espécies que repressentam 70% da biomassa - OK.
Perguntas (pensar isso melhor. Redefinir e fechar as perguntas)
Quantificando a diversidade funcional: CWM médias ponderadas para cada atributo funcional e comunidade + Divergência funcional (medidas de distribuição) ou através do cálculo de Índices de Diversidade Funcional (FDI) para cada comunidade
Quantificando a resiliência: Identificar descontinuidades e agregações em atributos funcionais e/ou estruturais dentro e entre escalas allen_etal_2005.pdf
Delineamento experimental fechado. As coletas de material par ao DENdominantes foram feitas no final de Septembro 2009 - Esperando permiso exportação. O experimento DENambiente (material padrao) deberia ser instalado no fim de Outobro ou inicio de novembro 2010.
Relacionar atributos (funcionais e/ou estruturais) com processos (DECOMPOSIÇÃO) do ecossistema.
Para tal:
Todos os fatores que influenciam a decomposição diferem entre floresta e pastagem, ou seja, sao alterados pelas atuais mudanças no uso da terra:
Objetivo 2: Avaliar a importância da diversidade funcional como controladora da ciclagem de nutrientes através do seu efeito sobre as taxas de decomposição em situações de uso da terra contrastantes (estudamos um gradiente de uso que representa tipos comuns na região)
As alterações na diversidade funcional produzidas pelas mudanças no uso da terra sao acompanhadas de diferenças nas taxas de decomposição. Tais diferenças: estão associadas com
Para testar essas ideias experimentalmente:
Decidir se vamos decompor material foliar de espécies conhecidas (de cada comunidade vegetal) ou se vamos colocar material coletado aleatoriamente em cada formação (Exp 3). Não tem sps dominantes na mata, mesmo assim, Flávio Luizão recomendou usar misturas de espécies conhecidas ao invés de misturas de folhas coletadas aleatoriamente. Ele escolheria entre 8 e 10 espécies freqüentes com qualidades químicas diferentes e coletaria as folhas delas para o experimento. Ele diz que isso vai facilitar a discussão dos resultados. (Parece-me que o pessoal da decomposição sempre quer saber o quê que eles estão decompondo! rss)
Ainda não tomei uma decisão. Vantagens/desvantagens:
Por um lado, trabalhar com sps conhecidas permitiria relacionar os tratos funcionais com as taxas de decomposição no nível de espécie. No caso de usar misturas aleatórias como substrato, a gente só poderia discutir no nível da comunidade (o que, por outra parte, é o nosso objetivo). Por outro lado, me parece artificial e forçado, essa história de escolher 10 espécies da mata e instalar os coletores embaixo delas em pontos escolhidos a priori me incomoda.
Outro problema que vejo em escolher as espécies é decidir quantas espécies usar em cada mistura. Um número fixo para cada ambiente, como 8 espécies bem representadas, por exemplo? Ou um número de espécies proporcional ao número existente na comunidade, como 10 na mata, 8 nas capoeiras e 5 na pastagem, por exemplo? A gente sabe que a diversidade é diferente em cada ambiente, mas decidir colocar misturas com diferentes números de espécies a priori vai fazer com que a gente não possa responder se as diferenças encontradas são devidas à qualidade química do material ou à diversidade específica do material.
Fazer experimentos de diversidade funcional na recomposição de Restinga
Nucleação / Avaliar núcleos com diferentes graus de df
Registros temporais de dados
Trabalhar com os dados de diâmetro (o diâmetro é um atributo funcional) registrados de 5 em 5 anos nos fragmentos do pdbff (por ter tamanhos diferentes estão submetidos a diferentes graus de distúrbio). Tenho registro de perdas de diversidade (nível taxonômico: gênero)
Essas perdas, têm originado perdas funcionais? Nesse caso, Tem diminuido a resiliência com a diversidade funcional? Contribuição da composição funcional à resiliência - Comparar géneros abundantes versus raros.