Só que é preciso considerar o efeito da história evolutiva dessas espécies! Há um pacote no R, o “ape”, que calcula os contrastes filogenéticos a partir de uma árvore que você fornece. O problema é como arranjar essa árvore.
Como, para a maioria das espécies da nossa lista não é possível calcular taxas de crescimento e mortalidade, teremos que usar apenas gênero.
Porém, para algumas dessas espécies (as mais abundantes), há sim os valores dessas taxas.
Correlações entre variáveis. Pode usar permutação ou lm() Problemas: muitos testes podem resultar em aumento do erro tipo I Solução: correção Bonferroni?
A certa altura, o autor diz o seguinte: “Se considerarmos a teoria neutra, diferenças entre as espécies que não afetam as taxas vitais (per capta) dessas mesmas espécies são irrelevantes”. Posto de outra forma, um caracter só será funcional se ele afetar a probabilidade de sobrevivência ou de crescimento do indivíduo a que pertence esse caracter.