o que fazer com os dois conjuntos de dados? A Vânia sugeriu que eu abandonasse completamente os dados de 27 meses e usasse só os que tenho todos os tamanhos. Talvez essa seja uma boa solução, pois a perda de informação se dá apenas no tempo de acompanhamento, o que seria compensado pela a inclusão de todos os tamanhos de plântulas. Incluir as plântulas desde bem pequenas faz mais sentido para a questão que estamos abordando.
qual o tamanho máximo adotar? Não faz sentido pensar em efeito da serrapilheira, por exemplo, para plântulas muito grandes. Algumas sugestões de limite de corte: 30 ou 50 cm? Há pouca diferença de tamanho amostral entre ambas, portanto sugiro 30 cm.
será testada a autocorrelação espacial? O Jean Paul perguntou se testamos a autocorrelação entre as parcelas. Quando nós conversamos sobre a banca da quali decidimos que isso seria testado, para saber o grau em que ocorre e decidir se seria ou não incorporado ao modelo.
empregaremos modelos mistos mesmo? LM para as taxas de crescimento, GLM binomial para proporção de mortas, GLM binomial negativa (ou zero-inflated POisson model - ZIP) para abundância.
como calcular as variáveis resposta? Para abundância, manter a abundância final? Separar por com e sem cotilédone para todas elas? Essa foi uma sugestão da Vânia também.