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Bromelias

Distribuição espacial de bromélias tanque terrestres em restinga: causas e consequências

Perguntas

  1. O Bromelial é um estágio de regeneração da floresta?
  2. Ou, um pouco mais detalhado (Dri): Bromélias atuam como um estádio sucessional, em um modelo de sucessão do tipo “arrested succession” que retarda a reestruturação em algumas manchas da floresta?

Contexto Geral

  1. Bromélias terrestres e facultativas (terrestres e epífitas) são um elemento importante no gradiente de restinga, sendo que a densidade de terrestres diminui enquanto a de epífitas aumenta no gradiente de estruturação do estrato arbóreo da floresta;
  2. Bromelias terrestres do escrube devem ser estresse tolerantes e funcionam como nucleadoras no processo de sucessão
  3. Na restinga baixa são o elemento mais importante do subosque e podem estar relacionadas com um filtro das espécies de árvores que são capazes de se estabelecer na presença de um subosque tomado por bromélias. Clusia criuva por exemplo é uma hemiepífita que parece estar relacionada a esse estágio da floresta; Euterpe, apesar do artigo do Brancalion et al. (2009), também é um elemento dominante;
  4. Em florestas mais altas as bromélias terrestres têm importância periférica enquanto as epífitas são elemento importante da estrutura florestal.
  5. Obs. da Dri: Na nossa floresta de restinga alta, ainda tem muita bromélia terrestre no subosque e queremos investigar por que isso ocorre.

Ideia geral: As bromélias são um elemento importante no processo de regeneração natural: em florestas de restinga alta são elementos importantes na regeneração de clareiras

Geralmente a relação é oposta: a estrutura da floresta define o subosque, aqui o subosque pode ser um elemento importante para a estruturação do dossel.

Talvez o contexto mais amplo seja exatamente essa relação entre o subosque e a estrutura do dossel, independente de ser bromélia ou qualquer outro grupo de planta. Isso deveria estar na introdução antes de apresentar nosso sistema específico de gradiente de restinga - bromélia.

Modelo

  1. Estadio Sucessional ~ cobertura de bromelia + grupo funcional da bromelia (terrestre facultativa ou obrigatoria) + habitat edáfico + matriz de autocorrelação espacial

Estádio sucessional: precisamos ter muito bem definido essa relação entre variável teórica e operacional (area basal)

Algumas possibilidades de variáveis operacionais ligadas à Área basal:

Pensar se a espécie de bromélia pode influenciar a distribuição de Área Basal, justificando ou não a entrada do fator “espécie” no modelo.

Grupo funcional pode também estar relacionado ao metabolismo C3, C4 ou CAM (pensar)

Afazeres

  1. Investigar a relação entre bromélias e gradiente ambiental na literatura (HELENA)
  2. Investigar o papel de outros componentes do subosque como importantes para a regeneração da floresta (HELENA)
  3. Embasar a relação entre Area Basal e estádio sucessional (DRI)
  4. Checar o tipo de metabolismo das espécies estudadas - ver com Sergio Tadeu (DRI ou HELENA)infosbromeliashelena_v27jun.pdf
  5. Propor as análises de dados para testar as hipóteses - (ALE)

Atas das Reuniões

Reunião 1

Referencias Importantes

Dri

  1. Relação area basal e estádio sucessional:Guariguata & Ostertag (2001)
  2. Relação sub-bosque e dossel (leitura essencial!):Royo & Carson (2006)
  3. Bromélias no gradiente: Rocha-Pessoa et al.(2008)

Helena

  1. Relação area basal e estágio sucessional:
  2. Relação sub-bosque e dossel:
  3. Bromélias no gradiente: Fisher & Araujo 1995