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L - Ripley

Análises espaciais que utilizam a estatística L de Ripley. Todas as análises rodadas no Programita (Thorsten Weigand, 2005). O L é calculado em circulo que aumenta de diâmetro (escala) até o tamanho máximo selecionado. O programa trabalha com grid (celulas), transformando os pontos x,y. O padrão é dividir o tamanho da area em 1/100, ou seja no nosso caso seria 3,2m. Depois de muitas análises, variando o tamanho do grid até 20m, decidi que o melhor é trabalharmos com grid 1, as análises demoram muito mais (ca. 30minutos), mas o padrão é mantido em qq tamanho de grid, a vantagem é termos mais definição na escala que estamos tratando no capítulo 2 (3, 5, 15m). O intervalo de confiança da curva é produzido por aleatorização dos pontos e calculando novamente o valor L da distribuição aleatória (fiz 500 iterações, pois 1000 demora demais).

Seguem os resultados mais importantes dessa fase e tb um arquivo de PowerPoint com todos os gráficos. Não salvei os resultados (tabela com valores de L e Lmax, Lmin), para agilizar o processo. Depois que decidirmos quais padrões são importante e o que iremos analisar mais a fundo, refazemos e salvamos os resultados.

Para saber quais dados foram analisados veja o arquivo selecionado na caixa acima à esquerda da janela do programita. Quando o nome do arquivo apresenta algum número depois de calo, significa que o diametro de inclusão foi aquele valor (todas as árvores com diâmetro maior que ao valor). Quando aparece a letra L depois de calo, significa que são os indivíduos com diâmetros menores ou igais ao valor.

ANÁLISE TODAS AS ÁRVORES

ÁRVORES >10

Árvores com DBH > 15

Árvores com DBH > 20

Árvores com DBH > 30

Árvores Grandes >40

Árvores com DBH =< 20

Árvores com DBH =< 15

Árvores com DBH =< 10

Interpretando os Resultados

  1. Para a todas as árvores com mais de 10cm parece haver um agrupamento entre 7 e 28 metros.
  2. Conforme selecionamos apenas as árvores maiores, o agrupamento vai mudando de escala, chegando a ficar entre 20 e 90 metros para dap >40.
  3. Para árvores pequenas <20 parece haver uma forte agregação entre 10 e 100 metros e essa agregação vai diminuindo um pouco de amplitude quando selecionamos árvores menores chegando a ficar entre 20 a 60 para árvores entre 5 a 10 cm.
  4. Esses dados sugerem que as maiores assim como as menores (lembre-se que estamos tratando apenas de juvenis e adultos > 5cm) estão agrupados na mesma escala na parcela, entretanto os intermediários estão em outra… FAZ SENTIDO?
  5. QUESTÃO: como interpretar esses resultados!!