projetos:divfuncional:restrito:marcel:artigo_de_quali:pe_sinal

Melhorias (future)
  1. filogenia das famílias com mais de dois gêneros (Sapo, Faba, Lecy)
  2. calcular abundância das espécies da lista para toda a área

Sinal filogenético no pool de espécies

Qual o peso da filogenia nos atributos funcionais das espécies?

Método

SYNCSA

Dados

B

A planilha de atributos funcionais (médias por espécie, exceto MH) foi modificada da seguinte forma:

  1. Só foram considerados como entradas válidas atributos cujo cálculo fosse baseado em pelo menos 3 (para efeito de comparação a análise também será feita com níveis de corte variando entre 1 e 6) coletas (exceto MH); em vez de “NA” foi utilizado o valor -999 (padrão Syncsa).
  2. Foram excluídos atributos reprodutivos.
  3. O único atributo categórico (divisão do limbo foliar) foi transformado em binário (simples - 0 e composta - 1).
W

Para esta análise foi considerada uma única grande comunidade. Os valores de desempenho usados foram a área basal (os mesmos valores que estão na planilha do diversus: plots 1, 3, 7 e 9). Essa matriz W não deve importar, afinal ela não entra no cálculo do sinal filogenético no pool de espécies (PSS, segundo Pillar et al. 2010 EcoLetters). PSS é calculado através da correlação entre as matrizes de similaridade filogenética (Sf) e funcional (Sb).

Sf

As relações filogenéticas, baseadas no phylocom e em artigos especializados, foram transformadas em uma matriz categórica (ver Pillar et al. 2010 EcoLetters) seguindo os seguintes passos:

  1. Atribui a espécies de um mesmo gênero os mesmos valores (e.g.: Protium hebetatum - 1, Protium tenuifolium - 1, Guarea convergens - 2, Pouteria anomala - 3, Pouteria macrophylla - 3). Espécies de mesmo gênero terão então as mesmas distâncias, a menos que as relações filogenéticas dentro do gênero já estejam estabelecidas.
  2. Atribui diferentes códigos para gêneros de diferentes famílias ou sub-famílias (e.g.: Abarema - 1, Zygia - 1, Pouteria - 2, Manilkara - 2, Couratari - 3, Eschweilera - 3). As informações disponíveis no phylomatic geralmente dão conta a partir de famílias.
  3. As relações a partir de famílias foram baseadas do APGIII (automaticamente pelo phylomatic).
  4. A atribuição de valores acaba quando restam apenas dois grandes grupos: Magnoliales e o resto.

Depois de feita a planilha que chamei de F_gower (o índice usado para calcular a similaridade é o de Gower), uso o script arv no R (pacote vegan) e obtenho a matriz de similaridade Sf.

Arquivos
arquivosdetalhes
Fmatriz com variáveis filogenéticas nominais
Pfilogenia no formato newick
Sfphylomatic + classificação (gen e fam)
BWdiversus-Manaus (as matrizes B e W estão no mesmo arquivo)
sppnomes das espécies
INFOdetalhes da execução do programa
ORDEN

Scripts do R

.Rdetalhes
arv.rtransforma o arquivo newick em umamatriz de similaridade filogenética
ordengráfico da ordenação

Resultados

Os sinais (PSS) foram calculados usando-se diferentes números mínimos de réplicas cujas médias foram usadas para calcular os atributos foliares. As randomizações foram feitas com base em uma mesma raiz (seed=125).

Sinal filogenético
Corte1)ro(BF)p(10000X)
n>=10,03559480,1786
n>=20,01739570,4868
n>=30,01695030,4905
n>=40,03100490,1841
n>=50,04260720,0608
n>=60,05209780,0204*
Sinal filogenético
Corte2)ro(BF)p(10000X)
a>=1Deve ser igual a n>=3 da tabela acima!
a>=20,04869990,0589
a>=3Não há espécies com apenas 3 atributos viáveis
a>=40,08856940,0124*
a>=50,08805180,0144*
a>=60,08674460,0155*
a>=70,130979 0,0026*

todos os arquivos (19/09/10)


Otimização

Quais atributos são mais conservados filogeneticamente? O conjunto de atributos que resultou num maior roBF(=0.07949631) foi: sla, ldmc, mh e wd, seguido do conjunto sla, ls, ldmc, lts e wd (roBF=0.07914028;p=0.63). A conferir esses resultados com análises individuais dos atributos!

Agora o conjunto de atributos que menor correlação tiveram com a filogenia (roBF=0.0005451079): sla, ldmc e lts.


Ordenação
  1. incluir abundância/área basal/frequencia gerais em toda a área de estudo (?)

b4 spp.ord

scores

prinda

coordenadas

orden1

orden2

orden3


Há dois tipos de cortes que podem ser feitos quanto aos atributos:

  1. Como os atributos com que trabalhamos se referem à média de alguns indivíduos amostrados, quando o número desses indivíduos é baixo, não temos uma boa representação. Neste caso podemos não considerar o atributo, mas manter a espécie. No lugar do valor entra um NA (no caso do programa deve ser -999).
  2. Um segundo corte poderia ser ao nível da espécie: uma espécie com poucos atributos disponíveis ou viáveis representará um ruído desnecessário à análise.
  3. Há atributos que estão muito relacionados à filogenia, como a divisão do limbo foliar em unidades menores.
  4. Altura máxima deve ser tratada como variável categórica?
  1. Vamos adotar o seguinte critério: apenas serão considerados atributos com pelo menos 3 réplicas.
  2. Só entrarão na análise espécies que contenham pelo menos 4 atributos viáveis.
  3. Atributos obviamente relacionados com a filogenia não serão considerados.
  4. Altura máxima será tratada como categórica ordinal.
  • Quanto menos espécies, maior o sinal filogenético.
  • Atributos altamente relacionados com a filogenia (limbo foliar) inflam o sinal filogenético.

Há um sinal filogenético no pool de espécies (p<0,02), porém ele é muito fraco (ro(BF)<0,09).


1)
Neste caso o corte se refere à transformação de atributos calculados com base em poucas réplicas em NA.
2)
Aqui o corte é de espécies que não possuam alguns dos atributos. Corte: n=3 .
  • /home/adalardo/farm/labtrop/data/pages/projetos/divfuncional/restrito/marcel/artigo_de_quali/pe_sinal.txt
  • Última modificação: 2026/03/27 13:51
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