projetos:planaltopaulista:restrito:cris:resultados1

Resultados

str(rud.sob)

<box round blue left>

data.frame': 126 obs. of 4 variables:

$ fragmento: chr  "jea" "jea" "jea" "jea" ...
$ parcela  : int  1 2 3 9 10 11 12 14 16 17 ...
$ vivas    : int  1 2 5 2 1 10 3 2 1 4 ...
$ mortas   : int  0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ...

</box>

factor(rud.sob$fragmento)→frag
frag
[1] jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea jea
[19] jea jea jea osa osa osa osa osa osa osa osa osa osa osa osa osa osa osa
[37] osa osa osa osa osa osa osa med med med med med med med med med med med
[55] med med med med med med med odo odo odo odo odo odo odo odo odo odo odo
[73] odo odo odo teo teo teo teo teo teo teo teo teo teo teo teo teo teo teo
[91] teo teo teo teo teo teo teo teo bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic
[109] bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic bic
Levels: bic jea med odo osa teo
y.rud=cbind(rud.sob$mortas,rud.sob$vivas)
mod.rud1=glm(y.rud~frag,family=binomial)
mod.rud1
Call:  glm(formula = y.rud ~ frag, family = binomial) 
Coefficients:
| (Intercept) |      fragjea  |    fragmed |     fragodo |      fragosa |     fragteo |   
|   -2.90872   | -17.27568  |   -0.08701  |   -0.22677   |   0.82928   |  -0.20479  |
Degrees of Freedom: 125 Total (i.e. Null);  120 Residual
Null Deviance:      81.81 
Residual Deviance: 67.97        AIC: 113.3 
anova(mod.rud1,test=“Chi”)
Analysis of Deviance Table
Model: binomial, link: logit
Response: y.rud
Terms added sequentially (first to last)
| |      Df | Deviance |Resid. Df |Resid. Dev|  P(>|Chi|)|
| NULL|       |         |   125    | 81.813     |     |
| frag |  5 |  13.843    |   120   |  67.969  |   0.017|

Como a densidade de Rudgea é uma contagem, temos problemas para analisar com os modelos lineares normais (muito zeros, variancia heterogenea, e erro não normal). Partimos portanto para um modelo generalizado que leva em conta essas variantes

Primeiro modelo é uma analise de ancova generalizada, com distribuição do erro poisson

glm.prof1←glm(abundR~mediana*flor,data=profund,family=poisson)

summary(glm.prof1)

Call:
glm(formula = abundR ~ mediana * flor, family = poisson, data = profund)
Deviance Residuals: 
  Min       1Q   Median       3Q      Max  
-5.7440  -2.1695  -0.7122   0.6531  10.1836  
Coefficients:
                  Estimate Std. Error z value Pr(>|z|)    
(Intercept)          2.51643    0.17804  14.134  < 2e-16 ***
mediana             -0.15531    0.04716  -3.294 0.000989 ***
florJeanzão         -0.63525    0.48043  -1.322 0.186082    
florMédico          -0.94617    0.39394  -2.402 0.016315 *  
florOdorico         -0.47753    0.37118  -1.286 0.198271    
florOsasco           0.92727    0.24978   3.712 0.000205 ***
florTheomar          0.47696    0.23689   2.013 0.044072 *  
mediana:florJeanzão  0.02995    0.12870   0.233 0.815982    
mediana:florMédico   0.15269    0.06139   2.487 0.012879 *  
mediana:florOdorico -0.03585    0.08060  -0.445 0.656442    
mediana:florOsasco  -0.03879    0.05440  -0.713 0.475751    
mediana:florTheomar  0.11292    0.05754   1.963 0.049700 *  

Esse modelo nos indica que há relação entre a densidade de Rudgea e a profundidade da serrapilheira Além disso, nos indica que isso está relacionado tb. com a floresta, ou seja há interação entre floresta e profundidade

Para confirmar isso, ou seja que há interação e que as inclinações são difererntes, criamos outro modelo sem a interação

glm.prof2←glm(abundR~mediana+flor,data=profund,family=poisson)

e comparamos ambos:

anova(glm.prof1,glm.prof2, test=“Chi”)

Analysis of Deviance Table
Model 1: abundR ~ mediana * flor
Model 2: abundR ~ mediana + flor
  Resid. Df Resid. Dev  Df Deviance P(>|Chi|)
1       168    1236.54                       
2       173    1260.31  -5   -23.78 0.0002397

a inclinação é significantemente diferente para as florestas, portanto retemos a interação no modelo.

Uma outra forma de olhar o modelo é pela tabela de anova (não é necessário, mas pode ser mais fácil pela familiaridade)

anova(glm.prof1,test=“Chi”)

Analysis of Deviance Table
Model: poisson, link: log
Response: abundR
Terms added sequentially (first to last)
               Df Deviance Resid. Df Resid. Dev P(>|Chi|)
NULL                            179    1756.01          
mediana        1    57.16       178    1698.85 4.026e-14
flor           5   438.54       173    1260.31 1.455e-92
mediana:flor   5    23.78       168    1236.54 2.397e-04

Aqui mostra que há efeito da profundidae, da floresta e há interação.

Uma forma de apresentar os dados é com um gráfico de dispersão diferenciando as florestas

Sugestão de Gráfico:

attach(profund) ## anexa o objeto profund, as variáveia podem ser solicitadas direto

Rud←split(abundR,flor) ## separa abundacia por floresta

prof←split(mediana,flor) ## separa profundidade por floresta

plot(mediana,abundR,type=“n”) ## cria um grafico base sem os pontos

points(prof[ [1] ],Rud[ [1] ], pch=16, col=“red”)

points(prof[ [2] ],Rud[ [2] ], pch=15, col=“blue”)

points(prof[ [3] ],Rud[ [3] ], pch=17, col=“green”)

points(prof[ [4] ],Rud[ [4] ], pch=1)

points(prof[ [5] ],Rud[ [5] ], pch=2, col=“red”)

points(prof[ [6] ],Rud[ [6] ], pch=3, col=“blue”)

Os resultados encontrados são iguais aos que eu obtive rodando o modelo, diferentes do que tu postou:

read.table(“profund_abund_wiki.txt”, header=TRUE, sep=“\t”)→serap.wiki
str(serap.wiki)
'data.frame':   180 obs. of  5 variables:
$ flor   : int  1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 ...
$ parc   : int  1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ...
$ mediana: num  2.75 4.45 4.1 2.9 3.55 2.8 3.45 5.8 4.9 5.25 ...
$ abundG : int  0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 ...
$ abundR : int  2 4 0 0 2 0 0 1 4 3 ...


glm(abundR~mediana*flor, data=serap.wiki, family=poisson)→glm1.wiki
summary(glm1.wiki)

Call:
glm(formula = abundR ~ mediana * flor, family = poisson, data = serap.wiki)
Deviance Residuals: 
    Min       1Q   Median       3Q      Max  
-4.2719  -2.5015  -1.3159   0.5456  12.6031  
Coefficients:
            Estimate Std. Error z value Pr(>|z|)    
(Intercept)   1.855927   0.166008  11.180  < 2e-16 ***
mediana      -0.051053   0.032323  -1.579 0.114229    
flor          0.136379   0.040360   3.379 0.000727 ***
mediana:flor -0.005402   0.008893  -0.607 0.543566    
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
(Dispersion parameter for poisson family taken to be 1)
  Null deviance: 1756.0  on 179  degrees of freedom
Residual deviance: 1647.6  on 176  degrees of freedom
AIC: 2195
Number of Fisher Scoring iterations: 6
glm(abundR~mediana+flor, data=serap.wiki, family=poisson)→glm2.wiki
summary(glm2.wiki)
Call:
glm(formula = abundR ~ mediana + flor, family = poisson, data = serap.wiki)
Deviance Residuals: 
    Min       1Q   Median       3Q      Max  
-4.3216  -2.5011  -1.3284   0.5507  12.6067  
Coefficients:
          Estimate Std. Error z value Pr(>|z|)    
(Intercept)  1.93467    0.10368  18.660  < 2e-16 ***
mediana     -0.06926    0.01232  -5.621 1.90e-08 ***
flor         0.11397    0.01645   6.927 4.29e-12 ***
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
(Dispersion parameter for poisson family taken to be 1)
  Null deviance: 1756.0  on 179  degrees of freedom
Residual deviance: 1647.9  on 177  degrees of freedom
AIC: 2193.3
Number of Fisher Scoring iterations: 6
anova(glm1.wiki, glm2.wiki, test=“Chi”)
Analysis of Deviance Table
Model 1: abundR ~ mediana * flor
Model 2: abundR ~ mediana + flor
  Resid. Df Resid. Dev  Df Deviance P(>|Chi|)
1       176    1647.57                       
2       177    1647.94  -1    -0.37      0.54

Ao comparar os dois modelos não dá significativo, será que fiz algo errado? Vou postar o arquivo que usei aqui

Simbolos que são chamados com o argumento pch=

Para ver as opções de nome e número de cores:

colors()

para mudar o tamanho dos símbolos no gráfico use o argumento (dentro de points() ou plot())

cex=0.5 ## reduz o tamanho do símbolo pela metade

cex=2 ## duplica o tamanho…

read.table( “cresc.txt”, header=TRUE, sep=“\t” )→cresc
cresc$frag.num=factor(paste("frag",cresc$frag, sep=“”))

##cria uma coluna frag.num como um vetor categorico

cresc$frag.num
[1] frag1 frag1 

Calculando as médias de crescimentos para cada espécie por fragmento

tapply(cresc$alt,list(cresc$sp,frag.num),mean, na.rm=TRUE)
        frag1         frag2         frag3         frag4         frag5       frag6
G -0.0003804818 -0.0001735641 -2.040807e-04 -0.0001661682 -2.874465e-04    -0.0001614597
R -0.0001372992 -0.0001526917 -8.729073e-05 -0.0001585723 -2.651105e-05     -0.0001055983
 

Selecionando dados de Rudgea

crescR=cresc[cresc$sp==“R”,]
barplot(tapply(crescR$alt,crescR$frag.num,mean,na.rm=T))
x11() ##abre outra janela gráfica
plot(crescR$alt~crescR$frag.num)

Acho que os dados estão estranhos, as médias são sempre negativas. Precisamos conferir os cálculos. Se foi pelo crescimento relativo log(alt2)-log(alt1)/t2-t1 , o crescimento é negativo para todos… De qq forma essa formula não pode ser usada para número de folhas e não consigo entender os valores nesse caso. Como são contagens, devemos fazer a diferença simples. A escala temporal é um problema tb. Se os calculos de crescimento foram por dia, devemos usar por mês ou por ano, para termos valores maiores.

(Cris 07/12): postei uns comentários lá onde temos feito a discussão e vou conferir os cálculos a partir de agora. Obrigada…

Estou modelando a distribuição de diâmetro com a altura e o fragmento, tb em um modelo de ancova. Note que temos alguns pressupostos que não conferem com os dados, como a independência entrea as medidas de dap, já que temos um censo em cada uma das áreas. Não sei ainda como lidar com isso, mas a principio ficamos com essas análises.

rud.dap=read.table( “rud_estr_dap_pap.txt”,header=T, sep=“\t”)

attach(rud.dap)

plot(alt,DAPfinal,pch=as.numeric(frag),col=as.numeric(frag),cex=.25)

abline(lm(DAPfinal[frag==unique(frag)[1]]~alt[frag==unique(frag)[1]]),col=1,lty=2)

abline(lm(DAPfinal[frag==unique(frag)[2]]~alt[frag==unique(frag)[2]]),col=2,lty=2)

abline(lm(DAPfinal[frag==unique(frag)[3]]~alt[frag==unique(frag)[3]]),col=3,lty=2)

abline(lm(DAPfinal[frag==unique(frag)[3]]~alt[frag==unique(frag)[3]]),col=3,lty=2)

abline(lm(DAPfinal[frag==unique(frag)[4]]~alt[frag==unique(frag)[4]]),col=4,lty=2)

abline(lm(DAPfinal[frag==unique(frag)[5]]~alt[frag==unique(frag)[5]]),col=5,lty=2)

abline(lm(DAPfinal[frag==unique(frag)[6]]~alt[frag==unique(frag)[6]]),col=6,lty=2)

Acho que aqui devemos caminhar no sentido de entender se as relacões alométricas (dap x alt) são diferentes entre fragmentos. Não sei se essa é a melhor forma de fazê-lo, geralmente é utilizadas relações exponeciais ou log entre as variáveis… o que sugere?

lm(DAPfinal~alt, data=rud.dap)→lm.rud1

summary(lm.rud1)

<box 80% round green>

Call:
lm(formula = DAPfinal ~ alt, data = rud.dap)
Residuals:
  Min      1Q  Median      3Q     Max 
-52.402  -9.242  -2.495   6.641  89.516 
Coefficients:
            Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)    
(Intercept) -13.8372     1.5315  -9.035   <2e-16 ***
alt          11.1721     0.3006  37.167   <2e-16 ***
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
Residual standard error: 15.97 on 874 degrees of freedom
Multiple R-squared: 0.6125,     Adjusted R-squared: 0.612 
F-statistic:  1381 on 1 and 874 DF,  p-value: < 2.2e-16 

</box>

anova(lm.rud1)

Analysis of Variance Table
Response: DAPfinal
           Df Sum Sq Mean Sq F value    Pr(>F)    
alt         1 352369  352369  1381.4 < 2.2e-16 ***
Residuals 874 222946     255                      
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 

lm(DAPfinal~alt*frag, data=rud.dap)→lm.rud2

summary(lm.rud2)
Call:
lm(formula = DAPfinal ~ alt * frag, data = rud.dap)
Residuals:
  Min      1Q  Median      3Q     Max 
-49.842  -8.220  -2.004   6.298  68.331 
Coefficients:
            Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)    
(Intercept) -18.0563     6.6010  -2.735  0.00636 ** 
alt          14.5594     0.9708  14.998  < 2e-16 ***
fragjea       6.5317     9.9836   0.654  0.51313    
fragmed      10.4743     7.3344   1.428  0.15362    
fragodo      11.2698     7.5957   1.484  0.13825    
fragosa       5.5641     8.7745   0.634  0.52617    
fragteo      10.4928     6.9636   1.507  0.13222    
alt:fragjea  -3.9863     2.0292  -1.964  0.04980 *  
alt:fragmed  -5.2077     1.1483  -4.535 6.57e-06 ***
alt:fragodo  -4.7221     1.1820  -3.995 7.02e-05 ***
alt:fragosa  -2.9031     1.4441  -2.010  0.04472 *  
alt:fragteo  -5.5009     1.0894  -5.049 5.40e-07 ***
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
Residual standard error: 14.7 on 864 degrees of freedom
Multiple R-squared: 0.6754,     Adjusted R-squared: 0.6712 
F-statistic: 163.4 on 11 and 864 DF,  p-value: < 2.2e-16 

anova(lm.rud2)

Analysis of Variance Table
Response: DAPfinal
         Df Sum Sq Mean Sq   F value    Pr(>F)    
alt         1 352369  352369 1630.0422 < 2.2e-16 ***
frag        5  29832    5966   27.6001 < 2.2e-16 ***
alt:frag    5   6342    1268    5.8679 2.423e-05 ***
Residuals 864 186772     216                        
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 

anova(lm.rud2,lm.rud1)

Analysis of Variance Table
Model 1: DAPfinal ~ alt * frag
Model 2: DAPfinal ~ alt
Res.Df    RSS  Df Sum of Sq      F    Pr(>F)    
1    864 186772                                   
2    874 222946 -10    -36174 16.734 < 2.2e-16 ***
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
lm(log(DAPfinal)~log(alt)*frag, data=rud.dap)→lm.logrud1
summary(lm.logrud1)
Call:
lm(formula = log(DAPfinal) ~ log(alt) * frag, data = rud.dap)
Residuals:
     Min       1Q   Median       3Q      Max 
-1.42435 -0.24614 -0.02430  0.22004  1.82399 
Coefficients:
                 Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)    
(Intercept)       1.82668    0.25095   7.279 7.56e-13 ***
log(alt)          1.31346    0.13487   9.738  < 2e-16 ***
fragjea          -0.10721    0.33039  -0.325    0.746    
fragmed          -0.17062    0.26984  -0.632    0.527    
fragodo          -0.01366    0.27849  -0.049    0.961    
fragosa          -0.45413    0.31831  -1.427    0.154    
fragteo          -0.09108    0.25938  -0.351    0.726    
log(alt):fragjea -0.11834    0.20555  -0.576    0.565    
log(alt):fragmed -0.11012    0.14889  -0.740    0.460    
log(alt):fragodo -0.16631    0.15375  -1.082    0.280    
log(alt):fragosa  0.14805    0.18135   0.816    0.414    
log(alt):fragteo -0.19192    0.14258  -1.346    0.179    
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
Residual standard error: 0.3406 on 864 degrees of freedom
Multiple R-squared: 0.7016,     Adjusted R-squared: 0.6978 
F-statistic: 184.7 on 11 and 864 DF,  p-value: < 2.2e-16 

lm(log(DAPfinal)~log(alt)+frag, data=rud.dap)→lm.logrud2 summary(lm.logrud2)

Call:
lm(formula = log(DAPfinal) ~ log(alt) + frag, data = rud.dap)
Residuals:
     Min       1Q   Median       3Q      Max 
-1.43691 -0.24302 -0.02863  0.21794  1.80429 
Coefficients:
            Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)    
(Intercept)  2.07229    0.06986  29.664  < 2e-16 ***
log(alt)     1.17963    0.03067  38.468  < 2e-16 ***
fragjea     -0.33192    0.06530  -5.083 4.55e-07 ***
fragmed     -0.38009    0.04903  -7.752 2.53e-14 ***
fragodo     -0.31083    0.05119  -6.072 1.89e-09 ***
fragosa     -0.25518    0.05973  -4.272 2.15e-05 ***
fragteo     -0.41596    0.04736  -8.783  < 2e-16 ***
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1
Residual standard error: 0.3413 on 869 degrees of freedom
Multiple R-squared: 0.6988,     Adjusted R-squared: 0.6967 
F-statistic:   336 on 6 and 869 DF,  p-value: < 2.2e-16 

attach(rud.dap)

plot(log(alt),log(DAPfinal),pch=as.numeric(frag),col=as.numeric(frag),cex=.25)

abline(lm(log(DAPfinal[frag==unique(frag)[1]])~log(alt[frag==unique(frag)[1]])),col=1,lty=2)

abline(lm(log(DAPfinal[frag==unique(frag)[2]])~log(alt[frag==unique(frag)[2]])),col=2,lty=2)

abline(lm(log(DAPfinal[frag==unique(frag)[3]])~log(alt[frag==unique(frag)[3]])),col=3,lty=2)

abline(lm(log(DAPfinal[frag==unique(frag)[4]])~log(alt[frag==unique(frag)[4]])),col=4,lty=2)

abline(lm(log(DAPfinal[frag==unique(frag)[5]])~log(alt[frag==unique(frag)[5]])),col=5,lty=2)

abline(lm(log(DAPfinal[frag==unique(frag)[6]])~log(alt[frag==unique(frag)[6]])),col=6,lty=2)

Cris, verifique como é tratada a relação alométrica entre diâmetro e altura de árvores

Ale, é isso mesmo, o log de ambas medidas geralmente é o que explica melhor as relações, vou postar um artigo qe mostra isso

Por enquanto vamos apenas analisar a estrutura pela Área Basal que pode ser considerado um indicador do estágio sucessional ere

Primeiro vamos ver se há diferenças entre os fragmentos

parece concordar com a sua classificação

lm(tap.plot$AB~tap.plot$frag)→lm.tapAB1 summary(lm.tapAB1)

Call:
lm(formula = tap.plot$AB ~ tap.plot$frag)
Residuals:
    Min      1Q  Median      3Q     Max 
-277149  -66714   -2902   65552  631314 
Coefficients:
               Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)    
(Intercept)        610684      44593  13.695  < 2e-16 ***
tap.plot$fragjea  -329872      63064  -5.231 2.82e-06 ***
tap.plot$fragmed  -208611      63064  -3.308 0.001677 ** 
tap.plot$fragodo  -225860      63064  -3.581 0.000733 ***
tap.plot$fragosa  -142449      63064  -2.259 0.027956 *  
tap.plot$fragteo  -131313      63064  -2.082 0.042074 *  
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
Residual standard error: 141000 on 54 degrees of freedom
Multiple R-squared: 0.3633,     Adjusted R-squared: 0.3043 
F-statistic: 6.163 on 5 and 54 DF,  p-value: 0.0001379 

Tirei um outlier

lm(tap.plot$AB[-53]~tap.plot$frag[-53])→lm.tapAB2 summary(lm.tapAB2)

Call:
lm(formula = tap.plot$AB[-53] ~ tap.plot$frag[-53])
Residuals:
    Min      1Q  Median      3Q     Max 
-213133  -66499    3688   66449  247477 
Coefficients:
                    Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)    
(Intercept)             540538      36370  14.862  < 2e-16 ***
tap.plot$frag[-53]jea  -259726      50132  -5.181  3.5e-06 ***
tap.plot$frag[-53]med  -138465      50132  -2.762  0.00788 ** 
tap.plot$frag[-53]odo  -155714      50132  -3.106  0.00304 ** 
tap.plot$frag[-53]osa   -72303      50132  -1.442  0.15512    
tap.plot$frag[-53]teo   -61167      50132  -1.220  0.22782    
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
Residual standard error: 109100 on 53 degrees of freedom
Multiple R-squared: 0.3866,     Adjusted R-squared: 0.3287 
F-statistic:  6.68 on 5 and 53 DF,  p-value: 6.832e-05 

Resolvi manter o outlier, ja que não faz muita difnça

anova(lm.tapAB1)

Analysis of Variance Table
Response: tap.plot$AB
              Df     Sum Sq    Mean Sq F value    Pr(>F)    
tap.plot$frag  5 6.1271e+11 1.2254e+11  6.1625 0.0001379 ***
Residuals     54 1.0738e+12 1.9885e+10                      
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 

anova(lm.tapAB2)

Analysis of Variance Table
Response: tap.plot$AB[-53]
                  Df     Sum Sq    Mean Sq F value    Pr(>F)    
tap.plot$frag[-53]  5 3.9764e+11 7.9528e+10  6.6803 6.832e-05 ***
Residuals          53 6.3096e+11 1.1905e+10                      
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 

Resolvi manter o outlier, já que não faz muita diferença

criei um arquivo com os dados de crescimento médio por espécies e a mediana (por plot) da área basal nas florestas

cresc.Ab
            G         R       AB frag
bic 0.1696250 0.7404478 609426.2  bic
jea 2.4392000 1.8516000 264641.9  jea
med 1.0723053 0.8254663 389280.6  med
odo 0.9169773 1.3836642 400835.5  odo
osa 2.0959897 1.4284844 463501.2  osa
teo 0.6798598 0.7070391 502704.4  teo


lm(cresc.Ab$G~cresc.Ab$AB)→lm.cresc.G
lm(cresc.Ab$R~cresc.Ab$AB)→lm.cresc.R
summary(lm.cresc.R)

Call:
lm(formula = cresc.Ab$R ~ cresc.Ab$AB)
Residuals:
        1       2       3       4       5       6 
   0.1029  0.1686 -0.4796  0.1136  0.3485 -0.2541 
  Coefficients:
                Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)  
  (Intercept)  2.485e+00  5.916e-01   4.201   0.0137 *
  cresc.Ab$AB -3.032e-06  1.311e-06  -2.312   0.0818 .
  ---
  Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
  Residual standard error: 0.342 on 4 degrees of freedom
  Multiple R-squared: 0.572,      Adjusted R-squared: 0.4651 
  F-statistic: 5.347 on 1 and 4 DF,  p-value: 0.08183 
summary(lm.cresc.G)
Call:
lm(formula = cresc.Ab$G ~ cresc.Ab$AB)
Residuals:
         1        2        3        4        5        6 
    -0.08999  0.22536 -0.43508 -0.52492  1.00928 -0.18465 
    Coefficients:
              Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)  
  (Intercept)  3.714e+00  1.086e+00   3.420   0.0268 *
  cresc.Ab$AB -5.668e-06  2.407e-06  -2.355   0.0781 .
  ---
  Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
  Residual standard error: 0.6278 on 4 degrees of freedom
  Multiple R-squared: 0.5809,     Adjusted R-squared: 0.4762 
  F-statistic: 5.545 on 1 and 4 DF,  p-value: 0.0781 
plot(cresc.Ab$R~cresc.Ab$AB)
abline(lm.cresc.R)

Apesar de não significativo (nosso n é baixo) há uma tendência clara

PARA GRAUPIRA É SIGNIFICATIVO QUANDO TRANSFORMADO A VARIÁVEL REPOSTA EM LOG

lm(log(cresc.Ab$G)~cresc.Ab$AB)→lm.logG
summary(lm.logG)
Call:
lm(formula = log(cresc.Ab$G) ~ cresc.Ab$AB)
Residuals:
    1       2       3       4       5       6 
-0.5149 -0.2045 -0.1749 -0.2524  1.0024  0.1443 
Coefficients:
              Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)  
(Intercept)  2.904e+00  1.033e+00   2.811   0.0483 *
cresc.Ab$AB -6.832e-06  2.290e-06  -2.984   0.0406 *
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
Residual standard error: 0.5973 on 4 degrees of freedom
Multiple R-squared:  0.69,      Adjusted R-squared: 0.6124 
F-statistic: 8.902 on 1 and 4 DF,  p-value: 0.0406 
anova(lm.logG)
Analysis of Variance Table
Response: log(cresc.Ab$G)
            Df Sum Sq Mean Sq F value Pr(>F)  
cresc.Ab$AB  1 3.1753  3.1753  8.9015 0.0406 *
Residuals    4 1.4268  0.3567                 
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
lm(log(cresc.Ab$R)~cresc.Ab$AB)→lm.logR
anova(lm.logR)
Analysis of Variance Table
Response: log(cresc.Ab$R)
            Df  Sum Sq Mean Sq F value Pr(>F)  
cresc.Ab$AB  1 0.44787 0.44787  4.7581 0.0946 .
Residuals    4 0.37651 0.09413                 
---
Signif. codes:  0 ‘***’ 0.001 ‘**’ 0.01 ‘*’ 0.05 ‘.’ 0.1 ‘ ’ 1 
  • /home/adalardo/farm/labtrop/data/pages/projetos/planaltopaulista/restrito/cris/resultados1.txt
  • Última modificação: 2026/03/27 13:51
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