Reunião de 30 de outubro de 2009
Resultados da reunião: decisões tomadas
- os dois conjuntos de dados serão analisados separadamente, conforme o intervalo de tempo. As variáveis resposta (abundância final, sobrevivência e taxas de crescimento) serão calculadas separadamente para as plântulas nas seguintes fases: apenas cotilédones, cotilédones e folhas e apenas folhas. O Ale sugeriu incluir a variação na abundância também, juntamente com a abundância final, pois elas fornecem informações diferentes (o quanto aquele fragmento está mudando em termos do recrutamento dessas populações). Sugeriu ainda que eu procure informações sobre índices de turnover.
- adotaremos o tamanho máximo de 50 cm, pois é o que tem sido visto em outros trabalhos.
- testaremos a autocorrelação espacial. O Ale me passou uma função que ele construiu para o cálculo do índice de Moran e também fiquei de testar o pacote ecodist.
- decidimos pelo emprego dos modelos mistos considerando a floresta como um bloco, por entender que a questão abordada fica mais geral, focada na luz e serrapilheira, ao invés de depender do tipo de floresta secundária.
Assuntos abordados na reunião
Como foram amostradas as plântulas:
- acompanhamento por 27 meses de todas plântulas com altura mínima de 10 e máxima de 100 cm.
- acompanhamento por 15 meses de todas as plântulas com altura máxima de 100 cm.
- o que fazer com os dois conjuntos de dados? A Vânia sugeriu que eu abandonasse completamente os dados de 27 meses e usasse só os que tenho todos os tamanhos. Talvez essa seja uma boa solução, pois a perda de informação se dá apenas no tempo de acompanhamento, o que seria compensado pela a inclusão de todos os tamanhos de plântulas. Incluir as plântulas desde bem pequenas faz mais sentido para a questão que estamos abordando.
- qual o tamanho máximo adotar? Não faz sentido pensar em efeito da serrapilheira, por exemplo, para plântulas muito grandes. Algumas sugestões de limite de corte: 30 ou 50 cm? Há pouca diferença de tamanho amostral entre ambas, portanto sugiro 30 cm.
- será testada a autocorrelação espacial? O Jean Paul perguntou se testamos a autocorrelação entre as parcelas. Quando nós conversamos sobre a banca da quali decidimos que isso seria testado, para saber o grau em que ocorre e decidir se seria ou não incorporado ao modelo.
- empregaremos modelos mistos mesmo? LM para as taxas de crescimento, GLM binomial para proporção de mortas, GLM binomial negativa (ou zero-inflated POisson model - ZIP) para abundância.
- como calcular as variáveis resposta? Para abundância, manter a abundância final? Separar por com e sem cotilédone para todas elas? Essa foi uma sugestão da Vânia também.