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PLANO B

Fato: Inversões de abundância entre RB e RAA/RAS na comunidade arbórea adulta→ sps dominantes na RB são pouco abundantes nas RAA/RAS e vice-versa.

Pergunta: Inversões de abundância ocorrem devido ao desempenho diferenciado das plântulas recém-germinadas de diferentes espécies nestes dois ambientes (RB e RA)?

Hipótese 1: A sobrevivência das plântulas de cada sp seja maior no ambiente em que é naturalmente abundante como adulto.

Previsão 1 : Plântulas de espécies abundantes na fase adulta na RB apresentem maior proporção de indivíduos sobreviventes quando cultivas na RB em relação à RA, e vice-versa.

Hipótese 2: A crescimento das plântulas sobreviventes de cada espécie seja maior no ambiente em que é naturalmente abundante como adulto.

Previsão 2: Plântulas de espécies abundantes na RB tenham maiores taxas de crescimento quando cultivadas na RB em relação à RA, e vice-versa.

Variáveis operacionais:

- Variável preditora categórica: local (dois níveis: RA e RB);

- Variável resposta contínua 1: sobrevivência (nº final de indivíduos/ nº inicial)

- Variável resposta contínua 2: RGR ((biomassa inicial – final)/tempo)

- Desenho de ANOVA 1-way → 1 tratamento (local) com dois níveis (RA e RB)

- Nº de réplicas: 10 em cada local

- cada réplica consiste em 15 plântulas de cada espécie → 150 plântulas por local por sp → 300 plântulas de cada sp no total; cada sp é cultivada em monocultura dentro de cada réplica

- gaiolas para exclusão de danos mecânicos (queda de galhos, pisoteio animal…)→ madeira ou metal?

- Como determinar os locais onde instalar as amostras em cada floresta? Na RB já tem as parcelas marcadas onde ficam os coletores de sementes: sorteio entre elas 10 para usar? Ou uso 10 contínuas? Ou determino as parcelas independentemente dos parcelas já existentes? Para a RA: escolher uma área mais próxima ao núcleo para estabelecer amostras→ facilitar acesso e tempo gasto na instalação e coleta de dados; área com estrutura semelhante à RAS; como determino onde devo estabelecer as amostras nesta área? Posso usar intervalos regulares de distância? O método para determinar a instalação das réplicas deve ser o mesmo para RB e RA certo?

- Existe a possibilidade de usar o viveiro como “controle”, mas aí teria que aplicar os tratamentos da mesma forma que nas florestas: usar gaiolas de exclusão, fazer réplicas de 15 plântulas cada, etc…. será que compensa?

Primeiros passos plano B 07_out

- Restrições de $ atuais → estratégia mais conservativa pode ser mais sensata;

- evitar perder espécies devido ao atraso no início do experimento

- evitar atrasos na tese como um todo

- O enfoque geral de investigar questões de regeneração natural das sps arbóreas da restinga continua

- muda abordagem → ao invés de testar um mecanismo específico→ investigar desempenho das plântuals em dois ambientes constrastantes (RB e RA) e relacionar com características como taxa de crescimento, presença de micorrízas (se der certo), etc. → para daí levantar hipóteses das causas dos padrões obervados

- Usar análises dos adultos (RAA, RAS e RB) como cap. 1 → descrever padrões de abundância, riqueza, etc …. → levantar perguntas e hipóteses sobre o porquê das inversões de abundância das sps dominantes na RB e RAA/RAS → espécies dominantes na RB não se dão bem na RA pq não chegam ou não são capazes de sobreviver lá? Hipótese: maior mortalidade dessas sps na RA → trade-off no uso de recursos→ ter vantagem em um solo pobre implica em alguma restrição que impede o bom desempenho em uma condição de solo mais rico, porém de baixa luminosidade.

Levantar necessidade de focar nas plântulas → estágio crítico do ciclo de vida das plantas

- Cap. 2→ Testar se a sobrevivência das sps difere entre RA e RB → planta indivíduos bem jovens (1º par de cotilédones); mede RGR em uma condição padrão → viveiro; relaciona RGR e sobrevivência nos dois locais.

- Hipóteses: 1) Sobrevivência das plântulas de cada sp seja maior no ambiente em que é naturalmente abundante como adulto.

2) Espécies dominantes na RB apresentem maiores RGR que as dominantes na RA → adaptação à ambiente com alta disponibilidade de recurso (luz).

- Extra→ investigar a presença de micorrízas nas plântulas cultivadas nos dois ambientes → depende da análise piloto que estou para fazer lá na Esalq.

- Refazer o desenho experimental→ nº de réplicas, como dispor as diferentes sps, etc…. quantidade de plantas em cada coisa…. como escolher as áreas onde colocar as sps na mata……

- pensar melhor Perguntas-Hipóteses-Previsões

- vazinhos/saquinhos de plástico para cultivar sps no viveiro;

- biomix;

- “gaiolas” para evitar danos grandes em campo (queda de galhos, pisoteio animail…) → dá pra fazer de madeira → preciso pensar no tamanho; quantas plantas em cada uma?

- plaquinhas → já compradas

- Mais alguma coisa??

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